sábado, 6 de dezembro de 2014

Seres misticos parte 2:Dragoes


                                             No ocidente, em geral, predomina a ideia de dragão como um ser maligno                                              e caótico, mesmo que não seja necessariamente esta a situação de todos                                              eles. Nos mitos europeus a figura do dragão aparece constantemente,                                                    mas na maior parte das vezes é descrito como mera besta irracional, em                                                detrimento do papel divino/demoníaco que recebia no oriente.

Dragões ou dragos (do grego drákonδράκων) são criaturas presentes na mitologia dos mais diversos povos e civilizações. São representados como animais de grandes dimensões, normalmente de aspecto reptiliano(semelhantes a imensos lagartos ou serpentes), muitas vezes com asas, plumas, poderes mágicos ou hálito de fogo. A palavra dragão é originária do termo grego drakôn, usado para definir grandes serpentes.
Em vários mitos são apresentados literalmente como grandes serpentes, como eram inclusive a maioria dos primeiros dragões mitológicos, e em suas formações quiméricas mais comuns. A variedade de dragões existentes em histórias e mitos é enorme, abrangendo criaturas bem mais diversificadas. Apesar de serem presença comum no folclore de povos tão distantes como chineses ou europeus, os dragões assumem, em cada cultura, uma função e uma simbologia diferentes, podendo ser fontes sobrenaturais de sabedoria e força, ou simplesmente feras destruidoras.

                                         Origem dos mitos sobre dragoes
Os Dragões talvez sejam uma das primeiras manifestações culturais ou mito criados pela humanidade.
Muito se discute a respeito do que poderia ter dado origem aos mitos sobre dragões em diversos lugares do mundo. Em geral, acredita-se que possam ter surgido da observação pelos povos antigos de fósseis de dinossauros e outras grandes criaturas, como baleias, crocodilos ou rinocerontes, tomados por eles como ossos de dragões.
Por terem formas relativamente grande, geralmente, é comum que estas criaturas apareçam como adversários mitológicos de heróis lendários ou deuses em grandes épicos que eram contados pelos povos antigos, mas esta não é a situação em todos os mitos onde estão presentes. É comum também que sejam responsáveis por diversas tarefas míticas, como a sustentação do mundo ou o controle de fenômenos climáticos. Em qualquer forma, e em qualquer papel mítico, no entanto, os dragões estão presentes em milhares de culturas ao redor do mundo.
As mais antigas representações mitológicas de criaturas consideradas como dragões são datadas de aproximadamente 40.000 a. C., em pinturas rupestres de aborígines pré-históricos na Austrália. Pelo que se sabe a respeito, comparando com mitos semelhantes de povos mais contemporâneos, já que não há registro escrito a respeito, tais dragões provavelmente eram reverenciados como deuses, responsáveis pela criação do mundo, e eram vistos de forma positiva pelo povo.

                                                        Dragoes para a mitolgia

Dragões ao redor do mundo[editar | editar código-fonte]

A imagem mais conhecida dos dragões é a oriunda das lendas europeias (celta/escandinava/germânica) mas a figura é recorrente em quase todas as civilizações antigas. Talvez o dragão seja um símbolo chave das crenças primitivas, como os fantasmas, zumbis e outras criaturas que são recorrentes em vários mitos de civilizações sem qualquer conexão entre si.
Há a presença de mitos sobre dragões em diversas outras culturas ao redor do planeta, dos dragões com formas de serpentes e crocodilos da Índia até as serpentes emplumadas adoradas como deuses pelos astecas, passando pelos grandes lagartos da Polinésia e por diversos outros, variando enormemente em formas, tamanhos e significados.
O escritor grego Filóstrato, dedicou uma extensa passagem da sua obra Vida de Apolônio de Tiana aos dragões da Índia (livro III, capítulos VI, VII e VIII). Forneceu informações muito detalhadas sobre esses dragões.

Dragões no Médio Oriente[editar | editar código-fonte]

No Médio Oriente os dragões eram vistos geralmente como encarnações do mal. A mitologia persa cita vários dragões como Azi Dahaka que atemorizava os homens, roubava seu gado e destruía florestas (e que provavelmente foi uma alegoria mística da opressão que a Babilônia exerceu sobre a Pérsia na antiguidade clássica). Os dragões da cultura persa, de onde aparentemente se originou a ideia de grandes tesouros guardados por eles e que poderiam ser tomados por aqueles que o derrotassem, hoje tema tão comum em histórias fantásticas.

Dragões na Mesopotâmia

Na antiga Mesopotâmia também havia essa associação de dragões com o mal e o caos. Os dragões dos mitos sumérios, por exemplo, frequentemente cometiam grandes crimes, e por isso acabavam punidos pelos deuses — como Zu, um deus-dragão sumeriano das tempestades, que em certa ocasião teria roubado as pedras onde estavam escritas as leis do universo, e por tal crime acabou sendo morto pelo deus-sol Ninurta. E no Enuma Elish, épico babilônico que conta a criação do mundo, também há uma forte presença de dragões, sobretudo na figura de Tiamat. No mito, a dracena (ou dragã-fêmea) Tiamat, apontada por diversos autores como uma personificação do oceano, e seu consorte mitológico Apsu, considerado como uma personificação das águas doces sob a terra, unem-se e dão à luz os diversos deuses mesopotâmicos. Apsu, no entanto, não conseguia descansar na presença de seus rebentos, e decide destruí-los, mas é morto por Ea, um de seus filhos. Para vingar-se, Tiamat cria um exército de monstros, dentre os quais 11 que são considerados dragões, e prepara um ataque contra os jovens deuses. Liderados pelo mais jovem entre eles, Marduk, que mais tarde se tornaria o principal deus do panteão babilônico, os deuses vencem a batalha e se consolidam como senhores do universo. Do corpo morto de Tiamat são criados o céu e a terra, enquanto do sangue do principal general do seu exército, Kingu, é criada a humanidade. O Dragão de Mushussu é subjugado por Marduk, se tornando seu guardião e símbolo de poder.

Dragões nas lendas orientais

Um dragão vietnamita.
Na China, a presença de dragões na cultura é anterior mesmo à linguagem escrita e persiste até os dias de hoje, quando o dragão é considerado um símbolo nacional chinês. Na cultura chinesa antiga, os dragões possuíam um importante papel na previsão climática, pois eram considerados como os responsáveis pelas chuvas. Assim, era comum associar os dragões com a água e com a fertilidade nos campos, criando uma imagem bastante positiva para eles, mesmo que ainda fossem capazes de causar muita destruição quando enfurecidos, criando grandes tempestades. As formas quiméricas do dragão Lung chinês, que misturam partes de diversos animais, também influenciaram diversos outros dragões orientais, como o Tatsu japonês.
Nos mitos do extremo oriente os dragões geralmente desempenham funções superiores a de meros animais mágicos, muitas vezes ocupando a posição de deuses. Na mitologia chinesa os dragões chamam-se long e dividem-se em quatro tipos: celestiais, espíritos da terra, os guardiões de tesouros e os dragões imperiais. O dragão Yuan-shi tian-zong ocupa uma das mais altas posições na hierarquia divina do taoísmo. Ele teria surgido no princípio do universo e criado o céu e a terra.
Nas lendas japonesas os dragões desempenham papel divino semelhante. O dragão Ryujin, por exemplo, era considerado o deus dos mares e controlava pessoalmente o movimento das marés através de jóias mágicas.
Ainda havia os dragões do vulcão e dos maremotos, pois o Japão havia muito dessas catástrofes, e para explicá-las, criavam seres mágicos. Porém ainda havia os dragões dos cristais, que eram guardiões da riqueza, da pureza, virgindade e dos encantamentos, que protegiam a humanidade contra os dragões do Caos, e seu chefe, o dragão do diamante, era eterno rival do dragão do Apocalipse, que em egípcio, se chamava Apófis, a serpente gigante que era o próprio Caos.Esse dragão queria destruir a humanidade, pois sua cauda foi presa a uma estaca que representava a criação e a Ordem, e a destruindo, poderia nadar pelo mar de caos eternamente. O dragão mais poderoso era o dragão real, que mandava em todos os outros, menos o dragão universal, que fazia com que o Universo nunca parasse.

Dragões na Bíblia

Muito da visão dos cristãos a respeito de dragões é herdado das culturas do médio oriente e do ocidente antigo, como uma relação bastante forte entre os conceitos de dragão e serpente (muitos dragões da cultura cristã são vistos como simples serpentes aladas, às vezes também com patas), e a associação dos mesmos com o mal e o caos.Os dragões segundo a cultura cristã, são aqueles que mais influenciaram a nossa visão contemporânea dos dragões.
De acordo com o Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, no Antigo Testamento, dragões tipificam os inimigos do povo de Deus, como em Ezequiel 29:3. Ao fazer isso, associa-se a ideia das mitologias de povos próximos, para dar maior entendimento aos israelitas. É por isso que a Septuaginta, na sua narrativa da história de Moisés, traduz "serpente" por "dragão". (Êxodo 7:9-12).
Há ainda, no antigo testamento, no Livro de Jó 41:10-21, a seguinte descrição do Leviatã:
18 Os seus espirros fazem resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pestanas da alva.
19 Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.
20 Dos seus narizes procede fumaça, como de uma panela que ferve, e de juncos que ardem.
21 O seu hálito faz incender os carvões, e da sua boca sai uma chama.
Em Isaías 30:6, há citado um "áspide ardente voador" (versão ARC), junto com outros animais, para ilustrar a terra para onde os israelitas serão levados, pois o contexto do capítulo é sobre a repreensão deles. No Novo Testamento, acha-se apenas no Apocalipse de São João, utilizado como símbolo de satanás.
Leviatã, a serpente/crocodilo cuspidora de fumaça do livro de , também é considerado um dragão bíblico, embora não seja apresentado como um ser maligno e sim como uma criação de YHWH (Jeová, nome de Deus). Os dragões nas histórias da cristandade acabaram por adotar esta imagem de maldade e crueldade, sendo como representações do mal e da destruição.
O caso do mais célebre dragão cristão é aquele que foi morto por São Jorge, que se banqueteava com jovens virgens até ser derrotado pelo cavaleiro. Esta história também acabou dando origem a outro clássico tema de histórias de fantasia: o nobre cavaleiro que enfrenta um vil dragão para salvar uma princesa.

Dragões na América pré-colombiana

Os dragões aparecem mais raramente nos mitos dos nativos americanos, mas existem registros históricos da crença em criaturas "draconídeas".
Um dos principais deuses das civilizações do golfo do México era Quetzalcoatl, uma serpente alada. Nos mitos da tribo Chincha do PeruMama Pacha, a deusa que zelava pela colheita e plantio, era às vezes descrita como um dragão que causava terremotos.
O mítico primeiro chefe da tribo Apache (que, segundo a lenda, chamava-se Apache ele próprio) duelou com um dragão usando arco e flecha. O dragão da lenda usava como arco um enorme pinheiro torcido para disparar árvores jovens como flechas. Disparou quatro flechas contra o jovem, que conseguiu se desviar de todas. Em seguida foi alvejado por quatro flechas de Apache e morreu.
No folclore brasileiro existe o Boitatá, uma cobra gigantesca que cospe fogo e defende as matas daqueles que as incendeiam.

Dragões nas lendas européias.

A visão negativa de dragões é bem representada na lenda nórdica ou germânica de Siegfried e Fafnir, em que o anão Fafnir acaba se transformando em um dragão justamente por sua ganância e cobiça durante sua batalha final contra o herói Siegfried. Nesta mesma lenda também pode ser visto um traço comum em histórias fantásticas de dragões, as propriedades mágicas de partes do seu corpo: na história, após matar Fafnir, Siegfried assou e ingeriu um pouco do seu coração, e assim ganhou a habilidade de se comunicar com animais.
Serpentes marinhas como Jormungand, da mitologia nórdica, era o pesadelo do Vikings; por outro lado, a proa de seus navios eram entalhadas com um dragão para espantá-lo.
Na mitologia grega, também é comum ver os dragões como adversários mitológicos de grandes heróis, como Hércules ouPerseu. De acordo com uma lenda da mitologia grega, o herói Cadmo mata um dragão que havia devorado seus liderados. Em seguida, a deusa Atena apareceu no local e aconselhou Cadmo a extrair e enterrar os dentes do dragão. Os dentes "semeados" deram origem a gigantes, que ajudaram Cadmo a fundar a cidade de Tebas.
SláineCuchulainn e diversos outros heróis celtas enfrentaram dragões nos relatos dos seus povos.
A lenda polonesa do dragão de Wawel conta como um terrível dragão foi morto perto da actual cidade de Cracóvia.
Durante a idade média as histórias sobre batalhas contra dragões eram numerosas. A existência dessas criaturas era tida como inquestionável, e seu aspecto e hábitos eram descritos em detalhes nos bestiários da Igreja Católica. Segundo os relatos tradicionais, São Jorge teria matado um dragão.
Muitos povos celtas, por exemplo, possuíam imagens dragões em seus brasões familiares, e há também muitas imagens de dragões como estandartes de guerra desses povos.
Existem lendas e boatos que existem dragoes nas montanhas e florestas Romenas, na região da Transilvânia.
Em Portugal, o dragão mais famoso é a "coca" ou "coca rabixa". A festa da "coca" realiza-se no dia do Corpo de Deus.
No ano de 2006, o Discovery Channel exibiu um documentário fictício dissertando sobre como seria se os dragões realmente existissem. Seriam a evolução de certos répteis. O fogo poderia ser expelido pela boca pois havia gás metano junto de demais gases dentro do estômago, assim como nós mesmos temos.

seres misticos parte 1:Elfos

Elfo é uma criatura mística da Mitologia Nórdica e Céltica, que aparece com frequência na literatura medieval europeia.
Nesta mitologia os elfos chamam-se Alfs ou Alfr, também chamados de "elfos da luz" - Ljosalfr. São descritos como seres belos e luminosos, ou ainda seres semi-divinos, mágicos, semelhantes à imagem literária das fadasou das ninfas. De fato, a palavra "Sol" na língua nórdica era Alfrothul, ou seja: o Raio Élfico; dizia-se que por isso seus raios seriam fatais a elfos escuros e anões.
Eram divindades menores da natureza e da fertilidade. Os elfos são geralmente mostrados como jovens de grande beleza vivendo entre as florestas, sob a terra, em fontes e outros lugares naturais. Foram retratados como seres sensíveis, de longa vida ou imortalidade, com poderes mágicos, grande ligação com a natureza e geralmente considerados como ótimos arqueiros,sua precisão com arco e flecha era impressionante.
                                                         Descriçao sobre elfos
 As mais antigas descrições de elfos vêm da Mitologia Nórdica. Eram chamados álfar, de singular álfr. Outros seres com nome etimologicamente relacionados aálfar sugerem que a crença em elfos não se restringe aos escandinavos, abrangendo todas as tribos Germânicas. Essas criaturas aparecem em muitos lugares.
Shakespeare as imaginava como seres pequeninos, porém a mitologia original os descrevem como sábios, poucos centimetros menores do que a média humana (entre 1,70m a 1,73m contra 1,80m a 1,83m dos humanos), eram belos e supostamente imortais.

                                                     A mitologia sobre elfos
Literalmente, os elfos são gênios que, na mitologia escandinava, simboliza o ar, a terra, o fogo e água.
No poema Völundarkviða, o herói ferreiro Völundr foi chamado "Governante dos Elfos" (vísi álfa) e "Rei dos Elfos" (álfa ljóði). A introdução em prosa desta obra também o identifica como filho dos Finns ou fineses, povo ártico respeitado por sua magia xamânica.
Na Saga de Thidrek, uma rainha humana descobre que o amante que a engravidou é um elfo e não um homem e depois dá à luz o herói Högni.
Na Saga de Hrolf Kraki, um rei chamado Helgi estupra e engravida uma elfa vestida de seda que era a mulher mais bela que jamais vira. A elfa dá a luz a meia-elfa Skuld, muito capaz em feitiçaria (seiðr) e quase invencível em batalha. Quando seus guerreiros caíam, ela os fazia erguerem-se de novo para continuar a luta. A única forma de derrotá-la era capturá-la antes que pudesse convocar seus exércitos, que incluíam guerreiros elfos. Skuld casou-se com Hjörvard, que matou Hrólfr Kraki.
Também o Heimskringla e na Saga de Thorstein, o Filho do Viking, relatos de uma linhagem de reis locais que governaram Álfheim, correspondente à atual província sueca de Bohuslän, cujos naturais desde então teriam sangue élfico e tinham a reputação de serem mais belos que a maioria dos humanos. O primeiro rei se chamou Alf (elfo) e o último, Gandalf (Elfo do Bastão, inspiração para o Gandalf tolkieniano).
Os elfos são também descritos como semideuses associados à fertilidade e ao culto dos ancestrais, como os daimones gregos. Como espíritos, os elfos podem atravessar portas e paredes como se fossem fantasmas, o que acontece nas Norna-Gests þáttr.
O mitógrafo e historiador islandês Snorri Sturluson referiu-se aos anões (dvergar) como "elfos da escuridão" (dökkálfar) ou "elfos negros" (svartálfar) e referiu-se aos outros elfos como "elfos da luz" (ljósálfar), o que frequentemente foi associado com a conexão dos elfos com Freyr, o deus nórdico do Sol (segundo Grímnismál, Edda Poético).
Na poesia e nas sagas nórdicas, os elfos são ligados aos Æsir pela frase muito comum "Æsir e os elfos", que presumivelmente significa "todos os deuses". Alguns eruditos comparam os elfos aos Vanir (deuses da fertilidade). Mas no Alvíssmál ("Os ditos do Conhecedor de Tudo"), os elfos são considerados diferentes tanto dos Vanir quanto dos Æsir, como mostra uma série de nomes comparativos na qual são dadas as versões dos Æsir, dos Vanir e dos elfos para diferentes palavras, refletindo as preferências de cada categoria.
É possível que haja uma distinção de estatuto entre os grandes deuses da fertilidade (os Vanir) e pequenos deuses (os elfos). Grímnismál relata que Frey (um dos Vanir) era o senhor de Álfheimr. O Lokasenna diz que um grande grupo de Æsir e elfos reuniu-se na corte de Ægir para um banquete. Menciona vários poderes menores, servos dos deuses como Byggvir e Beyla, pertencentes a Freyr, o senhor dos elfos, que eram provavelmente elfos, pois não são contados entre os deuses. Dois outros servos mencionados são Fimafeng (morto por Loki) e Eldir.
Um poema composto por volta de 1020, o Austrfaravísur ("Versos da Jornada para o Leste"), Sigvat Thordarson diz que, por ser cristão, recusou-se a entrar em um lar pagão, na Suécia, porque um álfablót ("sacrifício aos elfos") estava em curso. Provavelmente, tal sacrifício envolvia uma oferenda de alimentos. Da época do ano (próxima do Equinócio de Outono) e da associação dos elfos com fertilidade e ancestrais, pode-se supor que isso estava relacionado com o culto dos ancestrais e da força vital da família.
A Saga de Kormák, por sua vez, relata como um sacrifício aos elfos podia curar um ferimento de guerra.
Considerando a tradição inglesa, a palavra elf do inglês moderno vem do inglês antigo ælf (pl. ælfe, com variantes como ylfe e ælfen). Originalmente, referia-se aos elfos da mitologia nórdica, mas também as ninfas dos mitos gregos e romanos foram traduzidas pelos monges anglo-saxões como ælf e suas variantes.
Elf-shot (ou elf-bolt ou elf-arrow, "flecha élfica") é uma palavra encontrada na Escócia e Norte da Inglaterra desde o século XVI, inicialmente com o sentido de "dor aguda causada por elfos", mas que depois passou a denotar pontas de flecha de pedra lascada, do neolítico, que no século XVII eram atribuídas pelos escoceses aos elfos e usadas em rituais de cura. Supostamente eram também usadas por bruxas (e, talvez, elfos) para causar mal a pessoas e gado. Tufos de cabelo embaraçado eram chamados elf-lock ("madeixa élfica") e supostamente causados por travessuras dos elfos. Paralisias repentinas eram às vezes atribuídas a golpes élficos.
A maioria dos elfos mencionados em baladas medievais inglesas são do sexo masculino e frequentemente de caráter sinistro, inclinados ao estupro e assassinato, como o Elf-Knight ("Cavaleiro Elfo") que rapta a rainha Isabel. A única elfa mencionada com frequência é a Rainha dos Elfos, ou da Elfland.
Já nos contos populares do início da Idade Moderna, os elfos são descritos como entidades pequenas, esquivas e travessas, que aborrecem os humanos ou interferem em seus assuntos. Às vezes, são consideradas invisíveis. Nessa tradição, os elfos se tornaram sinônimos das "fadas" originadas da antiga mitologia céltica, como os Ellyll (plural Ellyllon) galeses.
Mais tarde, a palavra elf, assim como o termo literário fairy, evoluiu para denotar, em geral, vários tipos de espíritos da natureza, como sprite, pwccahobgoblin,Robin Goodfellow, o brownie escocês e assim por diante. Esses termos não são mais claramente distinguíveis no folclore e passaram a ser equivalentes do igualmente genérico termo português encantado.
Uma lenda diz que se alguém espalhar folhas de escambroeiro ou espinheiro-cerval (Rhamnus cathartica, em inglês blackthorn, de frutos purgativos) em um círculo e dançar dentro dele sob a lua cheia, aparecerá um elfo. O dançarino deve ver o elfo e dizer, Halt and grant my boon! ("Pare e me dê a bênção!") antes que ele fuja. O elfo atenderá então a um desejo.
Na literatura brasileira, há referências especialmente em novos autores de literatura fantástica. Aparecem em romances como A Chave da Harmonia: Rachaduras na Ordem, de Marcello Salvaggio, e Pelo Sangue e Pela Fé, de Cláudio Villa.
Já nas obras do ciclo de Melniboné, de Michael Moorcock, os habitantes deste reino são em diversos aspectos uma subversão dos elfos tolkienianos. 

terça-feira, 11 de novembro de 2014

As 100 coisas que todo o ser humano precisa saber

100 Coisas que você precisa saber

1. A Coca-Cola era originalmente verde.


2. O nome mais comum no mundo é Mohammed.

3. O orgasmo do porco dura aproximadamente 30 minutos.

4. Há dois cartões de créditos para cada pessoa nos Estados Unidos.

5. TYPEWRITER é mais longa palavra que você consegue escrever usando apenas as letras de uma linha do teclado (Só vale em inglês).

6. As mulheres piscam quase duas vezes mais que os homens!

7. Você não pode se matar prendendo a respiração.

8. É impossível lamber seu cotovelo.

9. Quando você espirra para pra dentro(?), seu coração para por um milissegundo.

10. É fisicamente impossível para os porcos olharem para o céu.

11. Se você espirra muito forte, você pode quebrar uma costela. Se você

tentar segurar um espirro, você pode romper uma veia na cabeça ou
pescoço e morrer.

12. Cada Rei em um baralho representa um grande rei da história. Espada –

Rei Davi, Paus – Alexandre o Grande, Copas – Carlos Magno, Ouro- Júlio
César.

13. 111,111,111 x 111,111,111 = 12,345,678,987,654,321

14. Se uma estátua de uma pessoa em um parque em um cavalo tiver com

ambas os patas dianteiras no ar, a pessoa morreu em batalha.

15. Se o cavalo tiver com apenas uma pata dianteira no ar, a pessoa morreu em conseqüência das feridas recebidas na batalha.

16. Se o cavalo tiver todas as quatro patas no chão, a pessoa morreu de causas naturais.

17. O único alimento que não apodrece é o mel.

18. Um crocodilo não pode por sua lingua para fora.

19. Um caracol pode dormir por três anos.

20. Todos os ursos polares são canhotos.

21. A American Airlines fez uma economia de $40,000 em 1987 eliminando uma azeitona de cada salada servida na primeira classe.

22. As borboletas sentem o gosto das coisas pelo seus pés.

23. Os elefantes são os únicos animais que não podem pular.

24. Nos últimos 4000 anos, nenhum novo animal foi domesticado.

25. Em média, as pessoas sentem mais medo de aranhas do que da morte.

26. Shakespeare inventou as palavras assassination e bump (em inglês).

27. A formiga cai sempre para o seu lado direito quando é intoxicada.

28. A cadeira elétrica foi inventada por um dentista.

29. O coração humano cria uma pressão o suficiente para esguichar o sangue a uma distância de 10 metros.

30. Ratos se multiplicam tão rapidamente que em 18 meses dois ratos podem ter um milhão de descendentes.

31. Usar fones de ouvido por apenas uma hora, aumenta as bactérias em seu ouvido em 700 vezes.

32. O isqueiro foi inventado antes do fósforo.

33. A maioria dos batons contêm escamas de peixe.

34. Como as impressões digitais, as impressões da língua são únicas.

35. A Terra fica 100 kg mais pesada todo dia devido a queda de pó espacial

36. Existem mais estrelas no espaço do que grãos de areia na Terra

37. Um raio contêm energia para torrar 160 mil fatias de pão

38.Um homem gasta em média 145 dias da sua vida se barbeando

39. Ficar acordado por 2 semanas pode te matar.

40. Paris Hilton calça 43.

41. O título mais longo de um livro é de 670 palavras.

42. Sapos não gostam de bebidas alcoólicas, mas gostam de xixi.

43. As minhocas podem ter até 9 corações.

44. A Anatidaefobia é o medo que um pato esteja observando você

45.  Vacas conseguem subir escadas, mas não conseguem descer

46. Flamingos são rosas por causa de sua alimentação

47.  A única comida que não apodrece é o mel

48.  Se os tub arões ficarem de cabeça para baixo, eles entram em coma

49.  As tartarugas podem respirar através de seus rabos

50.  Um lápis pode escrever uma linha reta de até 56 km

51. Leonardo da Vinci inventou a tesoura

52. A Coca-Cola seria verde se não fossem adicionados corantes

53. A Nintendo já possuiu uma companhia de taxi


54. É impossivel criar uma pasta com o nome “con” no Windows

55. Mageirocofobia é o medo de cozinhar

56. Porcos não suam

57. Você enxerga melhor quando está assustado

58.O piloto da Nascar Tim Flock é o único piloto da história a fazer um pit stop para retirar um macaco do carro

59. Se você comer muita cenoura é possível que sua pele fique laranja

60. Os homens que partem o cabelo para a direita geralmente vivem mais dos que partem para a esquerda

61. Existe gordura suficiente no copo para fazer 7 sabonetes

62. A temperatura de um peido quando ele é criado é de 37º

63. É possível morrer de rir

64. Chocolate faz bem para os dentes

65. Os monges tibetanos dormem em pé

66. Walt Disney recebeu um oscar, e 7 miniaturas pela branca de neve

67.O recorde de vôo de uma galinha é de 13 segundos

68. Barofobia é o medo da gravidade

69. Pensar em músculos te faz ficar mais forte

70. É proibido entrar no México com mais de 2 CD’S

71. Em média, uma pessoa gasta 5 anos de sua vida comendo

72.Porcos podem se bronzear

73. A baleia assassina é na verdade um golfinho

74 – O menor coração do reino animal é o do beija-flor, que chega a bater até mil vezes por minuto, e o maior coração é o da Baleia (tem o tamanho de um barco) e bate apenas 25 vezes por minuto.

75 – O corpo humano possui 100.000 quilômetros de veias, artérias e outros vasos sanguíneos. Isso é suficiente para dar duas voltas e meia em torno da Terra.

75 – A sua tábua de cozinha pode conter 50 vezes mais bactérias que o tampo do vaso sanitário.
77 – O isqueiro foi inventado antes do que os palitos de fósforo.

78 – Graham Bell (inventor do telefone) nunca telefonou para a mãe ou para a mulher. Elas eram surdas.

79 – Há uma lei na Califórnia que proíbe carros sem motoristas a rodar a mais de 100km/h.

80 – Mais da metade dos usuários do Orkut são brasileiros.

81 – Só os mamíferos bocejam.

82 – Uma lei de 1969 torna ilegal o contato de cidadãos com extraterrestres nos Estados Unidos.

83 – A maior goiabada do mundo pesava 550 quilos.

84 – Bater a cabeça na parede queima 150 calorias por hora.

85 – Todos os animais podem pular, exceto os elefantes.

86 – O palmo das mulheres preenchem perfeitamente as suas nádegas (bumbum).

87 – O pênis do homem é 3 vezes maior que o seu polegar.

88 – As mulheres estão medindo os seus palmos.

89 – Os homens estão medindo os seus polegares.

90 – Se arrancarmos a cabeça de uma barata , ela só morrerá 2 dias depois de fome e sede

91 – Aproximadamente 70 % das pessoas que lêem este post, tentam lamber o cotovelo

92 – A maior palavra da língua portuguesa é Pneumoultramicroscopicossilicovulcanocon… com 46 letras?

93 – Uma pessoa passa em média 20 anos de sua vida dormindo.

94 – Pelo menos cinco dos homens mais poderosos na indústria da informática (Bill Gates, Paul Allen, Larry Ellison, Steve Jobs e Michael Dell) não acabaram seus estudos universitários.

95 – Se puser um saco de plástico com água em cima de uma fogueira o saco de plástico não derrete, sendo uma boa forma de ter água quente num acampamento sem grandes complicações.

96.Einstein nunca foi um bom aluno, e nem sequer falava direito aos 9 anos. Seus pais achavam que ele era retardado.

97.O Oceano Atlântico é mais salgado que o Pacífico.

98. O elefante é o único animal com quatro joelhos.

99. Americanos consomem 16.000 toneladas de aspirina por ano.
100. Uma pulga fêmea consome por dia 15 vezes o próprio peso em sangue!

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

sábado, 27 de setembro de 2014

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

a razao dos aliens nao falarem conosco

                                                    fazemos guerras inesistenstes
                                                                   imitamos eles
                                                       damos nomes as naves deles
                                                 criamos series sobre eles como star trek

rockeiros


azar

Foto de Camilly Rocha.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

#abaixoadilma

 leitores,que detestam verdadeiramente a Dilma.Comentem fazendo um abaixo assinado.

segunda-feira, 14 de julho de 2014




    DIGA NOS COMENTARIOS :poop:
                                                     diga 5 raçoes para nao olhar desenhos animados

domingo, 13 de julho de 2014

                                                                    diga 5 raçoes para nao olhar documenterios

                                                               qual seu dia de semana favorido?

                                                        quando vc finge que esta falando no celular?